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Greve de Fiscais Federais Agropecuários não afeta controle de febre aftosa

Em função das informações constantes da matéria veiculada no Jornal Nacional da Rede Globo, a Comissão Nacional de Paralisação esclarece que:
1. A categoria decidiu, por unanimidade, que não haveria paralisação nos locais com foco de febre aftosa. As atividades de fiscalização nessas regiões estão transcorrendo normalmente, com 100% dos Fiscais trabalhando. O controle da febre aftosa é uma antiga preocupação dos FFAs. Em abril deste ano, a Associação Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa) alertou o Governo que o contingenciamento dos recursos do Ministério da Agricultura poderia afetar o trabalho da fiscalização e colocar em risco o controle da doença.
2. Os Fiscais Federais Agropecuários (FFAs), conscientes de suas responsabilidades, estão observando rigorosamente o cumprimento dos 30 % de pessoal trabalhando, conforme previsto em Lei. O Comando Nacional de Paralisação está monitorando o cumprimento desse percentual.
3. Em relação ao reajuste salarial, a informação da matéria do Jornal Nacional não é verdadeira. A reivindicação da categoria é que o piso salarial passe de R$ 2.518 para R$ 4.021, e o teto de R$ 4.140 para R$ 5.902. O Ministério da Agricultura aprovou e encaminhou essa reivindicação ao Ministério do Planejamento.
4. Além, disso, a Comissão Nacional de Paralisação informa que não se trata de “uma greve oportunista”, como alguns membros do Governo a tem tratado. Há um ano, a Anffa vem tentando negociar itens não cumpridos do acordo firmado em 2004, com Governo Federal e não obteve nenhuma proposta concreta. A categoria tentou negociar até o último momento possível.
5. As reivindicações da categoria incluem, além da reestruturação da carreira, a contração de novos fiscais para cumprir a demanda de fiscalização, o fim do contingenciamento dos recursos orçamentários programados para o Ministério da Agricultura para 2005 e 2006; recursos esses indispensáveis para o desenvolvimento da fiscalização sanitária.
Atualmente, os Fiscais Federais Agropecuários têm a menor remuneração em comparação com outras carreiras de fiscalização no País.

Fonte: Sindasp